terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Ahhh o Natal!

Sabe aquele período do ano que você inconscientemente espera e deseja que chegue mas que quando isso acontece o que você mais deseja é que ele passe rápido? Para mim, isso é o Natal. Vejamos o porquê. Desde que me entendo por gente o Natal é sinônimo de alcoolismo, reunião familiar de uma família que passa o ano inteiro sem se ver e comida farta na casa de vizinhos com quem você mal fala. Essas são as memórias de uma infância natalina. Nada diferente da adolescência natalina onde existiu mais alcoolismo, mais família que não se suporta e mais vizinhança que mal se cumprimenta. Hoje, beirando as 3 décadas reconheço e reafirmo a minha concepção de Natal como a oportunidade ideal para impulsionar a economia de um País subdesenvolvido que depende do setor de serviços e que utiliza o período para empurrar gente endividada ladeira abaixo. Serve também para seres humanos vestirem suas máscaras e por pelo menos 24 horas fingirem que são boas pessoas e se arrependerem de todo o seu mau comportamento durante todo o ano que se passou. 
Voltando ao Natal, eu acredito arduamente na existência de um SER SUPERIOR que tudo rege e também que o significado do nascimento de Cristo que, surpreendentemente, nasceu em meados de março poderia ser melhor vivenciado por cada um de nós. Jesus é perdão, aceitação e AMOR, muito amor por tudo e por todos. Poderíamos renascer todos os dias como pessoas melhores, com mais Deus em nossas ações e pensamentos, com mais perdão e benevolência em um mundo tão caótico e hipócrita. Porém, a TERRA ainda está longe de atingir esse estado esplêndido. E nesse ínterim, estou eu cá com os meus botões lutando com os meus monstrinhos íntimos em meu humilde recolhimento espiritual pedindo ao Criador que me perdoe pelos meus erros e me abençoe em minha evolução espiritual hoje, amanhã e por todos os meus dias nesse planeta. E desejando em oração meus mais sinceros votos de uma vida plena aos meus amigos e inimigos neste momento e em todos os outros que virão!


sábado, 9 de julho de 2011

Sou mais eu!

A coisa mais importante do mundo é conseguir amar a si mesmo. E também, a coisa mais difícil. Com erros e acertos somos completos e nada vai mudar isso. Essa deveria ser uma tarefa simples, mas não é. Constantemente, busca-se alguém para dizer o quanto somos ou podemos ser bons. Muitas vezes precisamos da aprovação do outro para acreditar que valemos à pena. Por que outra opinião além da nossa deve ser tão considerada se por vezes as pessoas só se preocupam com críticas destrutivas, acusações e nenhuma aprovação ou incentivo? Uma vida de farsa e covardia é mais importante que uma vida plena e cheia de verdade? A corda sempre arrebenta do lado mais fraco. Para que permitir ser o lado mais fraco? Não há motivo para temer e muito menos para ter vergonha. As falhas e defeitos são comuns ao ser humano, seja ele quer for e esteja onde estiver.
Ninguém viverá para sempre, nem o rico e nem o pobre. Todos têm uma única chance de fazer a diferença e esse tempo, ou a falta dele, é o nosso maior inimigo, age contra nós sem o menor pudor. Tira momentos preciosos, pessoas preciosas, amigos preciosos e algumas vezes a nossa coragem e fé. Traz dúvidas a respeito do que é certo para nós e questionamentos, por exemplo: se existe um destino traçado antes de nascermos ou se realmente temos poder de escolha. Quantas vezes alguém decidiu por nós? Quantas vezes gostaríamos de ter recuado em momentos cruciais? Ou de ter avançado quando era possível? Há se eu tivesse falado aquilo... Será que se eu tivesse ido às coisas teriam sido diferentes? Talvez. Quem pode saber ao certo? Não somos os donos da verdade e nem espertos o suficiente para antever situações catastróficas que mudam o rumo de nossas vidas. Mas, somos resistentes e devemos ser resilientes o suficiente para nos adaptarmos ao novo e tirarmos proveito de todas as situações vividas diariamente.
Deixar de lado bons valores para se moldar a alguém é o maior crime cometido contra a essência do ser. É o maior sinal de autossabotagem e torna-se evidente o quanto alguns tem baixa autoestima e por isso lançam todas as suas fichas no outro para não olhar para si mesmo. Existe um mundo com oportunidades infinitas para todos. Porém, poucos dominam e muitos se deixam dominar.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Refletir é viver

Nos últimos dias me deparei com a infeliz notícia da aposentadoria dos campos de um dos meus ícones de superação e persistência do meio esportivo profissional. No que diz respeito a isso, tudo bem, ele não foi o primeiro e com certeza não será o último a pendurar as chuteiras na flor da idade. A análise que faço vai mais além. Com a surpresa da notícia passo a ter mais consciência do impacto que o curso natural da vida exerce sobre todos nós humanos falhos e fracos. Lembro que na meninice vi deslumbrada esse fenômeno (ele posteriormente recebeu essa definição) atingir o apogeu bólido do estrelato esportivo. O vulgo fenômeno saiu da pobreza e se tornou por alguns anos a personalidade mais conhecida do planeta, isso sem citar o número de zeros que foram acrescidos a sua conta bancária. Porém, nem tudo na vida são flores e, a ascensão deslumbrante do astro esportivo sofreu algumas perigosas quedas. Algumas físicas que comprometiam seu rendimento dentro de campo e, outras pessoais e reparáveis. O que fica são as coisas boas e esse ícone futebolístico se despede com mais glórias e conquistas do que tropeços e quedas. Mas, para mim, em particular, a maior delas foi ser exemplo de integridade e boa conduta ao assumir um filho de nacionalidade diferente da sua e de uma relação extraconjugal.
 Mas, como todo o resto das coisas segue adiante, voltemos para cá e, nós que somos simples mortais também continuamos em nossa sutil e deturpada visão atemporal de nossas vidas medíocres. Ao nos depararmos com morte é que alcançamos mais a vida. Ao enfrentarmos perdas nos damos conta de que as lutas são imprescindíveis. Após as quedas damos os maiores passos em direção as melhores conquistas. Ao atingir o ápice percebemos que o céu é o limite.
Então, me pergunto todos os dias, qual o real sentido da vida? Até onde nos permitimos viver e até onde fingimos viver? O que ou quem nos limita? Somos donos do nosso destino ou é mais fácil achar que somos e não questionar a quem servimos? Eis meus caros – se é que alguém lê essas asneiras despretensiosas e insanas – as questões do ser ou da ausência dele em alguns parasitas que conhecemos tão bem e que nos sugam a energia diariamente. A falta de coragem para questionar o que é melhor para si é o que satisfaz nossa sociedade contemporânea hipócrita e nos inclina a viver uma vida de mentiras e futilidades com a maximização do ter e a minimização do ser. Conhecer 1% de seres pensantes é o suficiente para me fazer acreditar em dias melhores vindouros.

Eu quero que você fique bem... Viva momentos maravilhosos e sinta sensações inebriantes... Quero que seja uma pessoa feliz, realizada e satisfeita... Não quero que sofra ou se limite.

O estereótipo não é tudo... Muitas vezes ele engana a tudo e todos... Dentro existe um lado trabalhado todos os dias...
E superar pessoas e momentos não é uma tarefa muito fácil!

Me deixa feliz por saber que você tem a coragem para questionar... E, desse modo, se encontrar.
Só acha quem procura.

Sentimentos

No final das contas tudo e todos são movidos por paixões...
Paixões ardentes e envolventes com início, meio e fim.
Nada é mais ou menos do que parece ser.
As coisas simplesmente são.         
Uma brisa suave de um vento de verão.
O clarão azulado da aurora de uma manhã esplêndida.
A poesia que brota da solidão.
O sabor inebriante do novo.
As velhas conquistas que já não envaidecem.
A doce sensação de saber que está livre para realizar.

domingo, 28 de novembro de 2010

Marcas

Para começar, devo confessar que esse texto maravilhoso e profundo não foi escrito por mim. Bem que poderia ter sido, pois fala por mim e por muitos, mas não foi. O blog começa a fazer "JUS" ao nome. Meu amado amigo CAPRICORNIANO o escreveu e eu fiz questão de compartilhar essas poucas, porém, sábias palavras com você.

É engraçado como nós seres humanos substituímos pessoas (amigos e família de sentimentos sólidos e duradouros, e de longas datas) que sempre fizeram parte da nossa vida, por pessoas de momento que nos dão somente uma boa ‘foda’ ou simples beijos, e o pior é que acreditamos que isso é sentimento. O mais impressionante ainda é de como é simples falar para elas um EU TE AMO enquanto, às vezes, é tão difícil falar isso pra um AMIGO ou para uma MÃE ou PAI, que nos dedicam não só momentos, mas uma vida toda de sentimentos, os mais puros. Omitimo-nos de nós mesmos por essas pessoas, que mais cedo ou mais tarde, serão apenas lembranças do nosso passado, muitas vezes nem isso. Outra coisa contraditória é como somos capazes de dialogar sobre vida e sentimentos e sermos calmos e pacíficos, refletir sobre uma vida que ‘seria’ de mutualidade com essas pessoas enquanto que com sua MÃE ou PAI você grita palavras grosseiras e faz cara ruim, por pequenas ‘coisas’, e por certos momentos queremos ir embora e ficar longe deles. E quem no final lhe perdoa de coração e está de braços abertos para lhe acolher?!
Mudamos nossos hábitos e muitas vezes mudamos nosso ser, por causa e tão somente por ‘eles’. Bom quando isso nos torna pessoas melhores é válido, mas meus caros amigos, isso na grande maioria das vezes, não é. Às vezes nem sabemos mais quem somos e o que fomos e isso gera muitos conflitos em mentes fracas. É bom não se estender muito aqui... Apenas reflita!
E quando essas pessoas (as ‘outras’) vão embora de nossas vidas, por um simples ‘não gostar mais’, choramos e nos lamentamos. E esse choro e lamentos são compartilhados com quem? Justamente com quem você mais se afastou e se omitiu por esse tempo todo! Família e Amigos (os verdadeiros) são os que sempre nos acolherão nas horas de necessidade. E eles não cobram muito para isso, apenas a amizade recíproca; não cobram presentes e nem cobram datas. E o tempo de dedicação, esse também é bom falar sobre. Para ‘eles’ tempo é o que não nos falta; faculdade, família, trabalho e outras obrigações, isso não nos impede de ter horas de ligações ininterruptas que sempre falarmos as mesmas coisas e palavras e dias de dedicação total.
Antes que eu me estenda muito falando sobre isso, e pra não pensarem que sou averso aos relacionamentos amorosos entre duas pessoas (porque também já tive os meus), quero só refletir de como o ser humano é volúvel, e por não conhecer a si mesmo e o quem, ou os quem o cercam, acabam vivendo momentos na vida que se tornam cada vez piores e vazios com o decorrer do tempo. Nem sempre aprendemos a viver a nossa vida sozinhos, por isso muitos têm necessidade de compartilhar a vida com ‘estranhos’ por alguns momentos. Antes de gostar de alguém precisamos gostar de nós mesmos, mas quase sempre é o contrário; precisamos encontrar alguém de diga: “Eu gosto de você!” E quando ela disser o contrário é que iremos refletir, e falar só então vou me amar primeiro, vou me amar mais, vou me valorizar.
O ser humano é complexo e regido por normas e regras da sociedade que lhe impõem muitas coisas, mas quem faz a história de nossas vidas, somos nós mesmos. É errando que aprendemos, mas devemos aprender pra sermos melhores e não pra sofrer as mesmas coisas e insistir nos mesmos erros. NÃO QUERO MUDAR SEU SER COM ESSAS PALAVRAS. Meu desejo é que você REFLITA sobre ‘em quê’ em sua vida você pode se tornar uma pessoa melhor para você mesmo e para os que lhe amam de verdade, a partir daí verás que será fácil AMAR; e mais ainda dizer EU TE AMO para os que realmente lhe amam.

Pacelli.

domingo, 21 de novembro de 2010

Felicidade

Felicidade
Dizem que felicidade é paz de espírito. E quem sabe exatamente o que o espírito quer? Impossível saber isso com certeza absoluta durante uma vida inteira. Após inumeráveis reflexões cheguei à conclusão de que minha felicidade está no fato de conseguir dormir tranquila sem a ajuda de antidepressivos ou drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas. Viver momentos marcantes e lembrar-me deles são a prova de que em algum momento acredito em algo maior, ou utópico para alguns. Há também quem acredite que felicidade está na eterna busca por ela. Em alguns momentos é fácil fazer parte desse pensamento.
Ser feliz é poder acordar todos os dias e ter um lugar aonde ir. É ter a oportunidade de adquirir conhecimento incessantemente durante todos os momentos de nossas vidas. Afinal, quanto mais aprendemos, mais nos damos conta de nossa ignorância. Poder saborear os sabores e dissabores da vida também é uma prova de que somos privilegiados e felizes. Pois, com os dissabores temos a chance de evoluir dia após dia e, com os sabores nos esquecemos dos dissabores.
Os problemas surgem todos os dias. Eu tenho vários. O que o transforma em um problemão são os olhos de quem o vê, ou a perspectiva de quem está por trás da solução. Passar a vida inteira lamentando por não ter o emprego dos sonhos, por não possuir a casa perfeita, ou por na receber o salário tão almejado não ajuda ninguém a fazer grandes conquistas, sejam elas quais forem. O trabalho é uma dádiva para quem tem ambição e deseja ir além dos próprios limites. Ele enobrece e engrandece o espírito humano, aquele que precisa está em paz para conseguir ser feliz, lembra?
Toda aurora esplêndida, todo crepúsculo nostálgico, toda face reconhecida no meio da multidão, todo cheiro inconfundível no meio dos milhares de odores sentidos, todo novo sorriso de bebê, toda nova letra de música que parece ter sido feita para você, toda bronca de pais amorosos, toda briga entre irmãos, todo novo flerte sensual e inquietante, toda mentira bem contada, todo amigo deixado para trás, todo coração identificado, todos os dias vencidos e vividos provam que somos pessoas errantes e pensantes, que aprendemos com os nossos erros e, nos vangloriamos com os nossos muitos acertos. FELICIDADE!

sábado, 30 de outubro de 2010

Pátria Amada BRASIL!

Conheço muitas pessoas que não se importam com política. Na maioria, jovens que não são capazes de olhar além de seus umbigos. E por isso, aos idiotas está reservado o reino dos céus. A terra está reservada para os sábios.
Quem não se interessa por política, ou vota só por obrigação, contribui para que o dominante continue no poder dia após dia. Mas, graças a Deus, isso tem mudado um pouco e um número maior de pessoas tem escolhido melhor seus representantes. Se é que eles os representam mesmo quando chegam ao poder. Poder. Essa palavra me dá arrepio. O verdadeiro líder governa pelo exemplo e, nunca pelo poder.
Lembro bem das aulas de história em que o tema era o voto de cabresto e os pólos eleitorais eram chamados de curral eleitoral. Curral? E somos bois? Parece piada. Mas a nossa trajetória sempre foi marcada por sangue inocente e domínio de alguns sobre milhões. Não precisamos ir muito longe. Em nossa recente história podemos citar a ditadura militar. Meu pai me disse que os “homens” estavam em todos os lugares e que em todos os grupos existiam espiões. Qualquer palavra considerada subversiva era o suficiente para ser preso e interrogado, na melhor das hipóteses. Quando eles descobriam algum tipo de participação com movimentos esquerdistas, os subversivos sumiam sem deixar vestígios.
É isso que queremos para o nosso futuro? Repressão e poucas opções para escolher? Com certeza, não é o que eu quero para o meu e nem para os meus. Chegou à hora de irmos as urnas escolher o melhor para nós. Confesso que não me sinto representada por nenhum dos dois candidatos a presidência da República, mas vou votar levando em consideração os feitos dos partidos durante o tempo que se revesaram no governo. Um privatizou tudo o que pôde e o outro implantou alguns programas sociais que mudaram a realidade econômica do país. Não sou partidária e nem fanática, mas basta ter um pouco de memória para saber em quem devemos votar amanhã. Um presidente não governa sozinho. Então, por que não partir da premissa de que existem pessoas competentes e decentes compondo a equipe técnica e propondo um país igualitário?
Tenho uma grande amiga socióloga que participa do movimento de emancipação humana. Utopia. A humanidade ainda não tem autonomia o suficiente para viver sem temer represálias por seus atos. Anarquismo? Talvez, um dia. Hoje ainda não temos a maturidade necessária para vivermos sem governo. Somos regidos pela heteronomia.
31/10/2010 – 2° turno das eleições. Viva a Pátria Amada BRASIL e a democracia brasileira. Busquemos o melhor para nós...A VIDA.